Paulo José Ribeiro é índio da etnia Apurinã estava no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes quando foi impedido de voar para Belo Horizonte (MG) onde representaria os indígenas do Amazonas no 4º Encontro Nacional da União por Moradia Popular, tudo ocorreu porque o cocar que ele usava foi feito com penas de araras silvestres, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) o índio não apresentou seu cocar, segundo as autoridades por se tratar de penas verdadeiras ele deveria ter solicitado uma autorização para que seu embarque fosse autorizado, o índio informou que o agente do Ibama o tratou de forma grosseira e constragedora e sem falar que sua cultura foi desrespeitada, afirmou que para os grupos étnicos, os cocás são mais do que adornos; representam poder, responsabilidades.
Ribeiro ainda foi detido retirado à força da aeronave pela Policia Federal, o índio completou e disse mais “Não obedeci porque eu estava dentro da Lei”, ele ainda chegou a apresentar o documento de Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani) para tentar justificar o uso do cocá.
Fonte: Portal Amazônia









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